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Boas Notícias | Ação, Coração, Igreja e Missão


Uma história de amor e uma vida de lutas.

Dona Eneida é uma das vítimas da enchente do Rio Grande do Sul. Com certeza, ela é também uma das amadas por Deus. O Deus que vê a aflição do ser humano e suas dificuldades diárias.

 

De forma surpreendente, para glória do Senhor, dona Eneida e seu filho foram socorridos em seus dias de aflição, sendo transportados  por nossa aeronave e equipe que estavam no Rio Grande do Sul prestando socorro.  


Como tudo aconteceu, em meio às chuvas!

Semana passada, dona Eneida e seu filho Marcelo, diagnosticado com autismo na infância, precisavam sair do Rio Grande do Sul e irem para Brasília, para encontrarem-se com a família e lá ficarem durante este tempo de grandes dificuldades pelo qual o Rio Grande do Sul enfrenta.

 

No entanto, sair do Rio Grande do Sul para dona Eneida era um grande desafio. Como realizar a viagem? Sozinha, ela- uma senhora de 77 anos- com o filho, autista, que precisa de cuidados especiais, teria dificuldades de viajar longas horas de ônibus ou avião comercial. Como sair do lugar de angústia e encontrar-se com a família em um local seguro?

 

Era difícil. Mas Deus proveu uma solução inesperada.

Nossa aeronave e pilotos estavam no Rio Grande do Sul e puderem transportar dona Eneida e seu filho até Anápolis, cidade próxima à Brasília. Em Anápolis, os familiares de dona Eneide já estavam à sua espera logo que nossa aeronave pousou.

 

Dias difíceis. Dias de chuva, choro, perdas e clamor. Dias também de socorro. Ações de amor surpreendentes. Cuidado de Deus para o aflito.

 

Nas palavra de dona Eneida, um pouco de sua história, da qual tivemos o privilégio de participar. 

 

“Estou eu aqui, batalhando na vida. Uma vida de luta. Fui professora. Aposentei-me por tempo de serviço para cuidar de meus filhos.Trabalhava o dia todo, mas resolvi parar porque meus filhos precisavam mais de mim do que os outros. Lutei minha vida inteira para cuidar dos meus 'tarzans'. Tive o Marcelinho, com problemas, desde que nasceu. Lutei, lutei, lutei e fiz tudo que era possível por ele.

 

Com as chuvas no Rio Grande do Sul, Pelotas, onde moro, está terrível. O rio Guaíba estende-se todo para lá, através da Lagoa dos Patos. Está tétrico, entrou na minha casa e não pude ficar lá. Aproveitei o que deu. Meu filho que mora em Brasília me convidou para vir morar com ele.

 

Não dá para desistir por qualquer coisa. Tem que ter fibra. Tem que ir à luta. São 74 anos de luta. Sempre lutei, desde criança. Lutando, lutando, lutando, para chegar onde eu queria. E deu, graças a Deus. Deus conseguiu a sua vitória".


 

Lágrimas que se transformam em sorriso e abraço. Bençãos do Senhor em nosso meio. Louvado seja o Seu nome, para todo sempre.

 


Privilégio poder servir, nos dias difíceis e das maneiras mais surpreendentes.


No Rio Grande do Sul, nossa aeronave e pilotos puderam transportar medicamento e alimentos para os necessitados. Nossa voluntária, Luzia Luciana de Oliveira, também está no Rio Grande do Sul prestando atendimento médico, como técnica de enfermagem, junto a uma equipe da AME (Associação Missionária Evangélica) e Médicos de Cristo, em parceria com a Aliança Evangélica Brasileira.

 

Segundo Luciana, no Rio Grande do Sul, ela tem experimentado a graça de ser parte do corpo, sendo ‘pequenos Cristos e evangelizando por meio de abraços e cuidados, onde o acolhimento tem sido o cuidado do Pai diante de tantas dificuldades”. Bençãos do Senhor, ao servir. Desafios e transformações.


| AVIAÇÃO MISSIONÁRIA EM NÚMEROS | MAIO

  • 80,4 horas de voos realizados

  • 117 passageiros transportados nos aviões

  • 4.087 kg de cargas levadas pelos aviões

  • 23 destinos diferentes através dos aviões


| VIAGENS QUE LEVAM AMOR E ESPERANÇA


Conheça um de nossos voluntários, Leandro Nobre. Ele viajou com a gente para as comunidades ribeirinhas e, como diz, saiu de alma lavada.

 

Por que você veio para esta viagem missionária? E quais eram seus objetivos?


Vim para esta viagem missionária em Manaus e para a expedição através do projeto de extensão da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) Odonto em Campo, do qual faço parte da equipe. Minha intenção era praticar a Odontologia, crescer como profissional e, principalmente, como ser humano.

 

Queria conhecer novas realidades e ter a oportunidade de vivenciar a Amazônia, um lugar que sempre admirei através de programas sobre natureza e animais. Viver tudo isso na maior floresta do planeta foi um sonho realizado.

 


Chegando em Manaus, como foi sua rotina?

 

Antes de chegarmos à base de Asas de Socorro, nossa equipe atendeu crianças refugiadas venezuelanas na ONG Hermanitos, também em Manaus. No final da tarde, nos dirigimos ao hangar da Asas de Socorro e, após uma noite viajando, chegamos a Murutinga e iniciamos os trabalhos.

 

De segunda à sábado de manhã, ficamos no barco, que estava equipado para oferecer atendimentos odontológicos. Eu fui responsável pela educação em saúde odontológica, realizando palestras em escolas, grupos para jovens e crianças, e distribuindo cremes dentais, escovas e fio dental.

 

Além disso, fiquei encarregado das visitas domiciliares junto à equipe médica e odontológica, garantindo que mesmo aqueles que não podiam se deslocar até os consultórios, no barco, pudessem receber o cuidado necessário.

 

Atendemos quatro comunidades. Ao final do dia, atendia pacientes que estavam na fila de atendimento. Foram dias de muito trabalho e exaustão, mas também de muitas trocas e aprendizados.

 

O que mais te tocou nesta experiência missionária?

 

O que mais me tocou foi a população ribeirinha. Eles são um povo lindo, mas muitas vezes esquecidos. Apesar de entregarmos uma odontologia de qualidade, muitas vezes só conseguíamos fazer o básico, e isso partiu meu coração.

 


No entanto, aprendi com a querida enfermeira Agnes -coordenadora de saúde da equipe do barco- que fizemos o melhor para aquelas pessoas em vulnerabilidade social. Elas estão acostumadas a serem invisíveis, mas nós as tratamos com amor, respeito, com humanização e profissionalismo. Isso fez toda a diferença para elas.


Como você se sente hoje após a viagem? O que ficou no seu coração e o que você diria para outras pessoas que não tiveram essa experiência?


Hoje, me sinto um Leandro mais feliz e mais experiente. Estou feliz por ter conhecido uma natureza única, por me sentir útil para as pessoas e por tudo ter dado tão certo.

 

Sinto que Deus abriu todos os caminhos para que isso acontecesse. Não fui sozinho para a Amazônia; tive muitos familiares e amigos que me ajudaram a embarcar nessa jornada, e sou muito grato por isso.

 

Para aqueles que nunca tiveram essa experiência, eu diria que deveriam buscar experiências assim na vida. Buscar ajudar, aprender, viver grandes emoções, trabalhar muito, ser tocado e também ajudado. É uma experiência transformadora que vale a pena.

 

Você teve algum medo de ir?

 

Não tive medo, mas me preparei direitinho para ir. Apesar da Amazônia ser um lugar vasto e cheio de desafios, tanto em termos de logística quanto de saúde, eu contei com uma estrutura muito organizada por parte da Odonto em Campo e de Asas de Socorro.


O que o impulsiona a servir?

 

Fazer a diferença na vida das pessoas e, consequentemente, na minha também. Acredito que, como profissional de saúde, tenho a responsabilidade de usar meu conhecimento e habilidades para ajudar quem mais precisa.

 

Além disso, a troca de experiências e a aprendizagem mútua que ocorrem em situações de voluntariado são extremamente enriquecedoras.

 

Como foi usar sua profissão em um contexto tão diferente?

 

Foi desafiador e gratificante ao mesmo tempo, pois tivemos que adaptar as técnicas e abordagens às condições locais e às necessidades específicas das comunidades ribeirinhas. Isso reforçou a importância da nossa missão e me fez valorizar ainda mais a minha profissão.

 

Como foram os devocionais realizados junto à equipe, diariamente, no barco?

 

Os devocionais sempre foram momentos de união e fraternidade.

 

Ouvimos histórias sagradas e nos lembramos que os desafios atuais também nos requer fé e coragem. Foi importante para não tirarmos da mente nosso propósito. A saúde não é só física, mas espiritual também.

 

A nossa última reunião no barco foi emocionante. Todos contando suas histórias e todos emocionados. Eu fui um dos que mais chorei ao relatar minha experiência. Literalmente, eu saí de alma lavada.


| A IGREJA E A MISSÃO



“Asas não existe sem a Igreja.” Carlos Más, Diretor Executivo de Asas de Socorro.

 

Nossa equipe de missionários e nosso diretor executivo, Pr. Carlos Más, visitam constantemente as Igrejas, de todas as partes do Brasil e de diversas denominações, para compartilhar sobre a Missão do Reino de Deus e sobre os trabalhos missionários de Asas de Socorro.


Você gostaria de receber uma visita de nossa equipe, para ser abençoado ao ouvir sobre as benção que Deus tem realizado e ser ainda mais motivado a participar da obra?

 

Entre em contato com a gente. Será uma benção visitar sua Igreja e conhecer os irmãos. Afinal, a união entre a Igreja e a Missão é fundamental, como afirma o Pastor Carlos Más, no compartilhar abaixo.

 

Leia o depoimento de nosso Diretor Executivo e seja inspirado a celebrar juntos!

 

Igreja e Missão - Dois rios que se encontram e celebram juntos os grandes feitos do Senhor!

 

“Não existe Missão sem a Igreja. Asas de Socorro sem a Igreja é apenas mais uma organização produtora de projetos assistenciais. Mas, com a Igreja, ela é agente transformador que proclama, agente transformador que anuncia o Reino de Deus.

 


A igreja é realmente fundamental, na obra missionária. O que seria de nós sem as orações da Igreja, sem a participação da Igreja, sem a contribuição da Igreja, sem os vocacionados chamados na igreja? A Igreja é extremamente fundamental para a existência de Asas de Socorro.


A Igreja da proclamação, esta Igreja das mãos estendidas, esta Igreja do olhar compassivo, cheio de amor, que é o olhar do Senhor Jesus.

 

Como dois rios que percorrem grandes distâncias e em algum momento encontram-se em suas trajetórias, assim é a Igreja e Asas. Cada uma tem sua trajetória e características, mas, quando estamos juntos, celebramos os feitos do Senhor, a sua glória e as suas maravilhas.

 

Quando a gente se encontra, na Igreja, a gente se encontra para celebrar juntos o que Deus está fazendo por toda Terra. É o momento do encontro para festejar os feitos do Senhor. Os que enviam e os enviados celebrando o mover de Deus.

 

Meu convite para as igrejas é para que possamos celebrar juntos o encontro das águas do Espírito. É nosso prazer ir à igreja e repartir com os irmãos o que Deus tem feito em nós e por meio de Asas de Socorro para o louvor da glória Dele."


Vamos juntos celebrar os grandes feitos do Senhor. Vamos nos encontrar? Será uma grande benção. Entre em contato com a gente.


Igreja e Asas, celebrando juntos os grandes feitos do Senhor.




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